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25 de set. de 2016

EXPOSIÇÕES MoMA

O MoMA, está colocando a disposição na internet os arquivos de suas exposições desde 1929, aqueles que tiverem interesse basta acessar o site do museu (AQUI), para ter acesso aos seus arquivos.



São milhares de arquivos disponíveis, dentre eles, fotografias, arquivos em pdf, catálogos, vídeos, filmes, etc, um extenso material para pesquisas, aulas, projetos, enfim, dá para se divertir bastante. 

A sim, vale lembrar que todo o conteúdo disponível é gratuito e está em inglês, para os que não tem afinidade com a língua, dá para pedir ajuda ao tradutor online o que será de grande ajuda,  no mais é aproveitar bastante.


15 de ago. de 2016

Tingimento natural

Flávia Aranha - estilista



A Arte e sua interessante forma de se apresentar no cotidiano das pessoas. A estilista Flávia Aranha, ensina técnicas de tingimento natural em roupas, utilizando cascas de cebola, de romã, de jabuticaba, borra de café, chá preto, hibiscos, tudo aquilo que é considerado resto e lixo para muitas pessoas. 





Receita de tingimento natural com romã 
Ingredientes e materiais:
Peça com tecido de fibra natural (algodão, linho, lã e seda) cru ou branco
Detergente neutro
Pedra hume (15% do peso do tecido, ou seja, para 100 gramas de tecido, utilizar 15 gramas de pedra hume)
Cascas de romã secas (mesmo peso da peça)
Panela grande de alumínio ou inox (que comporte cerca de 17 litros de água, para peças com 250 gramas)
Peneira
Modo de tingir:
Em uma panela grande, ferva água suficiente para cobrir todo o tecido, com espaço para mexer. 
Coloque o detergente e mergulhe a peça por 30 minutos. Retire e enxague. 
Na mesma panela, ferva mais água, coloque a pedra hume e coloque o tecido por outros 30 minutos. 
Enxague novamente. 
Macere as cascas de romã até que fiquem como um pó e, com a panela novamente limpa, ferva por outros 30 minutos. 
Coe a água e despeje o líquido de volta na panela. 
Coloque o tecido e deixe ferver por 30 minutos. 
Enxague e deixe secar. 
Em todas as etapas, mexa o tecido suavemente com uma colher. 
Para melhor conservar a peça, lave com sabão neutro (de coco) ou biodegradável.Para ver reportagem completa no clique AQUI.





Obs.: As imagens e o texto aqui colocadas são retirados da internet e tem por finalidade, proporcionar aos interessados, um maior conhecimento do assunto aqui abordado, sendo utilizado apenas para fins informativos e educacionais.


HUGO FAGUNDES


O fotógrafo brasileiro Hugo Fagundes, fez uma série de fotografias a que chamou de "Inversão Oculta". O ensaio foi realizado em um antigo matadouro abandonado localizado em Limeira, cidade no interior de SP, cerca de 70 km de Campinas. O objetivo é mostrar o sofrimento e a exploração animal presentes em um abate.

O Abate humanitário pode ser definido como o conjunto de procedimentos técnicos e científicos que garantem o bem-estar dos animais desde o embarque na propriedade rural até a operação de sangria no matadouro-frigorífico. O abate de animais deve ser realizado sem sofrimentos desnecessários, e as condições humanitárias devem prevalecer em todos os momentos precedentes ao abate. No entanto, para Hugo, a carne que comemos é proveniente de um animal que foi explorado e morto.

Uma das fotografias traz a mensagem: Não existe abate humanitário quando o próximo a morrer é você“.

No rodapé das imagens, Hugo também informa que foram gastos 300 dias de estudo para produção do material, e que durante esse tempo o equivalente a 4.717.440.000 animais tinham sido mortos para consumo no Brasil. 

Foram elaborados 4 cartazes que, além das imagens, trazem frases para fazer pensar no tratamento que damos às outras espécies. (texto retirado da internet)





Obs.: As imagens e textos aqui colocadas são retirados da internet e tem por finalidade, proporcionar aos interessados, um maior conhecimento dos assuntos aqui abordados, sendo utilizados apenas para fins informativos e educacionais.

24 de set. de 2012

Escultura de areia

Bisbilhotando a gente sempre encontra algo interessante, e olha que legal estas imagens abaixo, são esculturas feitas de areia, simplesmente fantástico. 









Fonte:
você realmente sabia acesso em 19/09/12




9 de set. de 2012

SEM MEDO DE IR ADIANTE

Encontro (1944), M.C.Escher


- Acredite em você...
- Acredite no  que está fazendo...
- Viva a verdade!
- Aprenda com as dificuldades (a dor nos fortalece).
- Não deixe o medo paralisar você.
- Não deixe a rotina tomar conta de você. Ela (a rotina) pode nos contaminar com um terrível vírus chamado acomodação (significa nos acostumar com pouco).
- Dê adeus a preguiça.
- Arrisque mais. Aprenda a arriscar apesar da possibilidade de erros.
- Aprenda a enfrentar um desafio mesmo que pareça duro.
- Aprenda a se impor, embora sintam as mãos geladas devido à tensão e a insegurança.
- Acorde para o mundo.
- Dê a si mesmo(a) a oportunidade de aproveitar a vida.
- Não deixe coisas para amanhã.
- Procure se dar conta de que existe algo importante a ser feito.
- Procure ouvir, não dê sinal de ocupado.
- Deixe claro para as pessoas importantes de sua vida quanto elas são realmente importantes.
- Arranje tempo para sua família.
- Não se preocupe com coisas desnecessárias.
- Esteja em dia com a vida.
- Preste atenção em si mesmo.
- Peça desculpas se achou que criou um mal estar.


Fonte:
- SHINYASHIKI, Roberto. Tudo ou Nada. 11a edição. São Paulo. Editora Gente, 2006.

Imagem
http://www.educ.fc.ul.pt/docentes/opombo/seminario/escher/encontro.html#topo acesso em 09/09/2012.


10 de ago. de 2012

Trabalhando na sala de aula com Tarsila do Amaral




Durante o ano de 2010/11 que trabalhei para o Governo do Estado do Espírito Santo como professora de Arte, resolvi acrescentar as minhas aulas, as obras  da artista brasileira Tarsila do Amaral, eu queria trabalhar com algo que fosse um pouco diferente do que eu sempre vi alguns professores trabalharem, foi então que optei por trazer os contos de fadas para a sala de aula, e com essa ferramenta eu poderia conhecer um pouco mais sobre os meus alunos.

Enquanto eu ia tentando montar as aulas, fiz algumas pesquisas sobre o trabalho e a vida de Tarsila do Amaral, afinal eu não poderia trabalhar na insegurança, sem saber o que estaria falando. Em alguns de meus achados descobri que Tarsila do Amaral adorava ouvir histórias quando era pequena, e muitos de seus quadros estavam relacionadas a essas pequenas "jóias" - contos, que ela ouvia nesta fase tão abençoada da vida - a infância, digamos uma fase rica em fantasias e prazeres que não voltam mais.

Para a execução do trabalho, conversamos um pouco sobre a artista em questão - Tarsila do Amaral, depois falamos de suas obras, do movimento antropofágico e depois os alunos recebiam uma das 5 obras que selecionei para este trabalho, eles recebiam as folhas xerografadas com uma das obras para colorir da forma que quisessem, e depois deveriam contar uma história em cima da imagem que tinham, o que ia sair, ninguém sabia, afinal, cabecinha de aluno é .......  vale lembrar que algumas das histórias escritas foram dadas como "exercício" em outra escola, mas nesta foram poucas, o motivo por isso acontecer, é que como havia sobrado algumas cópias resolvi guardá-las porque achei que iria utilizar em outro momento, e foi exatamente o que aconteceu. Só para lembrar o grupo no qual eu trabalhei foi o ensino médio 1os e 2os anos.

Listo abaixo as obras de Tarsila do Amaral que escolhi para realizar o trabalho, é claro que muitas obras da artista são interessantes.

  

A cuca, 1924 - Tarsila do Amaral

A Cuca - Tarsila pintou este quadro no começo de 1924 e escreveu à sua filha dizendo que estava fazendo uns quadros "bem brasileiros", e a descreveu como "um bicho esquisito, no meio do mato, com um sapo, um tatu, e outro bicho inventado". Este quadro é também considerado um prenúncio da Antropofagia na obra de Tarsila e foi doado por ela ao Museu de Grenoble na França.



  

O vendedor de frutas, 1925 - Tarsila do Amaral 


  

O Mamoeiro, 1925 - Tarsila do Amaral 




A Lua, 1928 -  Tarsila do Amaral 

A Lua - Este quadro era o preferido de Oswald de Andrade, seu marido quando pintou a tela.
Ele conservou o quadro até a sua morte - mesmo já separado de Tarsila do Amaral.



 

Abaporu, 1928 -Tarsila do Amaral

Abapuru - Sendo considerado o quadro mais importante já produzido no Brasil, Abaporu, foi pintado por Tarsila do Amaral para dar de presente ao escritor Oswald de Andrade, seu marido na época. Ao receber o presente de Tarsila do Amaral, Oswald de Andradde fica surpreso com a pintura do quadro, chama então seu amigo Raul Bopp, e ambos ao olharem àquela figura estranha percebem que ela representa algo excepcional. Tarsila do Amaral recorre ao seu dicionário tupi-guarani e batizam o quadro de Abaporu - o homem que come. Foi aí que Oswald de Andrade escreveu o Manifesto Antropófago e criaram o Movimento Antropofágico, com a intensão de "deglutir" a cultura européia e transformá-la em algo bem brasileiro. Este movimento, apesar de radical, foi muito importante para a arte brasileira e significou uma síntese do Movimento Modernista brasileiro, que queria modernizar a nossa cultura, mas de um modo bem brasileiro. A título de curiosidade o Abaporu até hoje é considerado a tela mais cara vendida no Brasil, ele foi adquirido por um colecionador argentino no valor de US$ 1.5000.00. 

Devido ao número de trabalhos que foram produzidos pelos alunos deixo aqui o link para acessar as histórias que foram escritas pelos alunos sobre as obras de Tarsila do Amaral.